A Câmara de Vereadores de Nova Mutum aprovou por unanimidade, durante a 38ª sessão ordinária realizada na segunda-feira, 24 de novembro, a Indicação nº 342/2025. A proposta, apresentada pelo vereador Maciel Sousa (Republicanos) e acompanhada pelos coautores Bia Kohler (União Brasil), Altair Albuquerque (PP), Ricardo Schneider (PL), Jaiane Santos (PP) e Carmem Casagrande (União Brasil), sugere ao Poder Executivo a criação de um programa habitacional social voltado aos trabalhadores de empresas instaladas no município. Assim como todas as indicações, caberá ao Executivo analisar a viabilidade e decidir sobre sua eventual aplicação.
A iniciativa busca fomentar uma política pública de habitação estruturada por meio de parceria entre o poder público e empresas como o Hospital Hilda, indústrias e frigoríficos locais. A proposta visa beneficiar trabalhadores que contribuem diretamente para o desenvolvimento econômico de Nova Mutum, oferecendo condições facilitadas para aquisição da casa própria. A medida tem potencial para reduzir o déficit habitacional, fortalecer a permanência da mão de obra qualificada e proporcionar mais estabilidade às famílias mutuenses.
O texto destaca que a participação do município poderia ocorrer por meio de incentivos fiscais às empresas envolvidas, apoio técnico e financeiro para implantação de infraestrutura básica e suporte administrativo, jurídico e urbanístico para a regularização de imóveis. Essa colaboração entre iniciativa privada e administração pública fortaleceria um modelo sustentável de crescimento urbano, garantindo que novos loteamentos sejam planejados e devidamente estruturados.
Além de atender demandas apresentadas por trabalhadores e pela comunidade, a indicação considera que o programa pode contribuir para um desenvolvimento urbano mais equilibrado, ampliando oportunidades de moradia digna. Com a aprovação do Legislativo, a Câmara reforça seu compromisso em apresentar propostas que ampliem o acesso à habitação e promovam melhoria contínua na qualidade de vida da população. Agora, o Executivo avaliará se o projeto poderá ser implementado conforme o interesse público.